terça-feira, 7 de agosto de 2012

BATMAN - O CAVALEIRO DAS TREVAS RESSURGE - CRÍTICA (parte II)

Por: Tamiris K. Bernardino
Obs.: Este artigo contém revelações sobre o enredo (spoilers).

 
Continuando as análises sobre o filme “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge”, devo elogiar o embasamento científico do enredo. Apesar da base fictícia da história, houve a preocupação de tornar o filme mais verossímil. Fala-se o tempo todo sobre a tecnologia de fusão nuclear.
Na atualidade, quando falamos de reatores nucleares, falamos em fissão nuclear. Esse tipo reação envolve a quebra de núcleos de átomos, liberando energia. Tal processo produz muita poluição, tanto radioativa quanto química. Já a fusão polui muito menos e, mais do que isso, produz muito mais energia. O filme apresenta a fusão como um processo no início de sua atividade. Na realidade, porém, ele ainda está na fase de pesquisas. Apesar disso, sua execução não é algo tão distante quanto parece.
Mesmo com toda a sua característica ficcional, Batman consegue levar ao público um pouco de ciência e tecnologia, mostrando os benefícios da energia nuclear, sem descartar a destruição que pode causar quando utilizada erroneamente. A aplicação de tal processo é uma questão polêmica e deve ser discutida por muito tempo antes de ser ou não aprovada. Filmes que tratem do assunto são importantes para que os debates sobre o tema atinjam cada vez mais pessoas.


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